Fazendo um balanço dos VINHOS!

Fazendo um balanço dos VINHOS!

Encerrada a primeira etapa da minha temporada européia é hora de fazer um balanço nos vinhos experimentados. É claro que alguns rótulos escaparam de ser registrados. Paciência.

Vou me abster de tecer comentários sobre as percepções gustativas de cada um, em parte porque minha memória não é eficiente a tal ponto. Por outro lado, isso vai evitar que eu fale alguma baboseira e venha a ser crucificado. On y va!

(1) Cava da casa no Quimet & Quimet, um bar de tapas de Barcelona.

(2) Prosecco no Bicu, restaurante no Porto Antico (uma espécie de Puerto Madero de Gênova).

(3) Um muscadet de Sèvre et Maine no Caffé Le Brazza, na chegada a Menton.

(4) Harmonie, um vinho do sul de Toulouse feito com 4 uvas no estilo sautérnes, para harmonizar com o foie-gras no menu do estrelado Cinc Sentits (restaurante de Barcelona).

(5) Um Tokaji seco harmonizando prato de peixe defumado (no Cinc Sentits).

(6) Um vinho da "catalunha francesa": Domaine Gauby, bem mineral (Cinc Sentits). Quantas "pernas"!

(7) Um moscato d'asti quase frisante para a sobremesa (Cinc Sentits).

(8) Late harvest tinto de 4 uvas. Fim de jantar no Cinc Sentits (Barcelona).

(9) Cava da casa no El Xampanyet/Barcelona, servida em tacinha old-fashioned!

(10) Um crémant rosé pra tomar no alojamento, prêmio auto-concedido após um dia duro de labuta e muito suor.

(11) Um borgonha branco também no alojamento, afinal, era ralação todos os dias!

(12) No Brasil a Carpene Malvolti é mais conhecida por suas grappas. Esse prosecco foi pro brinde no aniversário do chef-garde-manger.

No Le Wine, bar-a-vin de Bordeaux: (13) Chateau Dupleissis Moulis 2007, (14) Clos Fontaine Côtes de Francs 2004, (15) Chateau de Rochemorin Pessac-Léognan 2005, (16) Chateau Paloumey Gran Cru Haut-Médoc 2007.

Comprando "vinho nacional" no Carrefour: (17) um bordeaux orgânico e outro de (18) Haut-Médoc.

(19) Pra quem acha que só tinha vinho, olha aí o tanto de sucos e chás gelados... e uma garrafa de vinho do Porto branco, claro.

(20) Esse Barbaresco o chef-viande trouxe debaixo do braço para tomarmos na varanda do alojamento.

(21) Rodada de vinho rosé da casa. Casa? Que casa? Mais do que um vinho, o local famoso: Café de Paris, em frente ao cassino de Montecarlo/Mônaco.

(22) Um descompromissado lambrusco beliscando um ótimo brioche marca própria do Carrefour.

(23) Lurton Pinot Gris: abrindo o jantar que fizemos no próprio Mirazur com um vinho branco argentino.

(24) Segundo vinho no Mirazur, passando para um Provence branco.

(25) Último vinho do jantar no Mirazur, um borgonha tinto.

(26) Jantar no restaurante-uma-estrela Aphrodite, em Nice: um Provence branco, sugestão do sommelier para harmonizar o menu R'évolution.

(27) Um Barolo 2006 pro jantar no restaurante de mamma Angela, em Ventimiglia.

Mise-en-place: com o tempo esfriando, passando da cerveja para o vinho tinto no alojamento. Três meias-garrafas para o dia-a-dia: (28) um côtes-du-rhône, (29) um beaujolais e (30) um bordeaux.

Para quem ficava no alojamento do Mirazur era mais fácil e perto fazer pequenas compras num mercadinho da Itália (a uns 100 metros) do que ir ao comércio na França. (31) Um Bardolino e (32) três proseccos superiores para brindar o fim do meu estágio.

Brinde no aniversário do chef Mauro com (33) um prosecco Martini e (34) uma champagne Taittinger.

(35) A cereja do bolo, maior preciosidade degustada: um Alsácia branco de 1971!!!

Confesso que, ao final dessa compilação, também eu fiquei surpreso com o tanto de rótulos listados. Mas, como dizem os franceses, “vinho não é uma bebida, é um alimento!”… pelo menos para a alma!!!

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