Encerrada a primeira etapa da minha temporada européia é hora de fazer um balanço nos vinhos experimentados. É claro que alguns rótulos escaparam de ser registrados. Paciência.
Vou me abster de tecer comentários sobre as percepções gustativas de cada um, em parte porque minha memória não é eficiente a tal ponto. Por outro lado, isso vai evitar que eu fale alguma baboseira e venha a ser crucificado. On y va!

(4) Harmonie, um vinho do sul de Toulouse feito com 4 uvas no estilo sautérnes, para harmonizar com o foie-gras no menu do estrelado Cinc Sentits (restaurante de Barcelona).

(10) Um crémant rosé pra tomar no alojamento, prêmio auto-concedido após um dia duro de labuta e muito suor.

(12) No Brasil a Carpene Malvolti é mais conhecida por suas grappas. Esse prosecco foi pro brinde no aniversário do chef-garde-manger.

No Le Wine, bar-a-vin de Bordeaux: (13) Chateau Dupleissis Moulis 2007, (14) Clos Fontaine Côtes de Francs 2004, (15) Chateau de Rochemorin Pessac-Léognan 2005, (16) Chateau Paloumey Gran Cru Haut-Médoc 2007.

(19) Pra quem acha que só tinha vinho, olha aí o tanto de sucos e chás gelados... e uma garrafa de vinho do Porto branco, claro.

(21) Rodada de vinho rosé da casa. Casa? Que casa? Mais do que um vinho, o local famoso: Café de Paris, em frente ao cassino de Montecarlo/Mônaco.

(23) Lurton Pinot Gris: abrindo o jantar que fizemos no próprio Mirazur com um vinho branco argentino.

(26) Jantar no restaurante-uma-estrela Aphrodite, em Nice: um Provence branco, sugestão do sommelier para harmonizar o menu R'évolution.

Mise-en-place: com o tempo esfriando, passando da cerveja para o vinho tinto no alojamento. Três meias-garrafas para o dia-a-dia: (28) um côtes-du-rhône, (29) um beaujolais e (30) um bordeaux.

Para quem ficava no alojamento do Mirazur era mais fácil e perto fazer pequenas compras num mercadinho da Itália (a uns 100 metros) do que ir ao comércio na França. (31) Um Bardolino e (32) três proseccos superiores para brindar o fim do meu estágio.
Confesso que, ao final dessa compilação, também eu fiquei surpreso com o tanto de rótulos listados. Mas, como dizem os franceses, “vinho não é uma bebida, é um alimento!”… pelo menos para a alma!!!

















William, já que o vinho não é uma bebida, eu diria que você se alimentou muuuito bem!!!!
Abilio
Então vc está com a alma lavada.