
O Gastronomika 2011 começou, como de praxe, com um coquetel de abertura para os chefs participantes, jornalistas e alguns convidados. Na foto: Rogério Silva (chef do Lake Villas Charm Hptel/SP), eu, Alex Gomes, German (vulgo Maionese, argentino cozinheiro do D.O.M.), Wanderson Picuí e Rodrigo Mocotó.

Vários chefs da cidade participaram do evento montando estações que ofereciam acepipes à vontade. A bebida também rolava solta, incluindo um lançamento da Estrella Damm – a cerveja Inedit. Como estávamos fazendo a mise-en-place da aula, acabamos chegando mais tarde e já tinha se esgotado a degustação de um torô de atum. Quem experimentou disse que estava espetacular, mas eu duvido (as uvas estavam verdes).

Na hora do almoço a brasileirada fugia pra experimentar alguma coisa local, como na Bodega Donostiarra. Lá encontramos também Luis Irizar (o senhor de bigode próximo a mim), um chef local que foi o grande homenageado do SSG11 por sua trajetória profissional.

Nesses eventos gastronômicos todas as noites tem um jantar oficial do evento, mas já notaram que nem sempre as grandes estrelas estão lá?! Uma das noites o Mugaritz convidou o team-Brasil para dar uma escapadela e ir jantar num restaurantezinho simplérrimo, às margens de um rio, com autêntica cozinha basca.
Na foto, só gente que faz parte ou já passou pelo Mugaritz, incluindo 4 brasileiros: Helena Rizzo, Thomas Troisgros, Rafael Costa e Silva (de azul, atual sous-chef da casa). Bom, eu falei QUATRO, não?! Pois é, me incluí nessa contagem, já que fui eu que fotografei e estou do outro lado da lente!

Imaginávamos que estaríamos apenas os brasileiros e a brigada da casa anfitriã, mas não foi o que aconteceu. Lembram quando falei que “nem sempre as grandes estrelas estão lá (nos jantares oficiais)”? Não estava falando dos brasileiros, mas da turminha que está na foto acima, alguns dos mais famosos chefs do mundo.
Engraçado ver nossos ídolos nacionais embasbacados com a presença dos outros chefs, tietando e tirando fotos.

Estavam por lá Andoni Luis Aduriz (Mugaritz), Heston Blumenthal (The Fat Duck), Gastón Acurio (Astrid & Gaston), Juan Mari e Helena Arzak (Arzak), e Wylie Dufresne (WD-50).
A escalação brasileira presente contou com Alex (D.O.M.), Lídia e Roberta Sudbrack (Roberta Sudbrack), Claude e Thomas Troisgros (Olympe), Bianca e Helena Rizzo (Mani), Rodrigo Oliveira (Mocotó), Wanderson Medeiros (Picuí), e este que vos escreve.

Na saída, tarde da noite, com frio e garoa, tínhamos a companhia de alguns corajosos moradores locais pescando no porto. E não é que um deles jogou o anzol e pescou essa enorme lula em menos de dois minutos?! Foi imediatamente cercado pelo grupo e metralhado por flashes.

E, claro, sempre tinha a saideira em algum bar da cidade. Como não são muitos que ficam até mais tarde, acabávamos todos nos esbarrando em lugares como o Museu do Whisky. Apesar do nome, essa bebida não ilustrou a foto: vinho tinto, Jack Daniel’s (que não é um whisky, certo?!), e a bebida mais consumida nas noitadas locais – a gin tônica. Santé!!!
gostei muito, como disse antes (Gast. 1 e 2). vou para a quarta.
Mas será que receberei resposta?
- tem um conhecimento no dito: “Como estávamos fazendo a mise-en-place da aula, acabamos chegando mais tarde e já tinha se esgotado a degustação de um torô de atum. Quem experimentou disse que estava espetacular, mas eu duvido (as uvas estavam verdes).
mas, desconheço. queria muito saber.
Nao entendi a insercao do trecho do torô de atum e das uvas verdes, mas que bom q vc está gostando e acompanhando. Abraco!
Olá
Antes de mais nada gostaria de dizer que adorei o blog..Já acompanhava o ChitChat Babel, e agora acompanho esse, e estou gostando muito!
Mas na verdade escrevo por outro motivo, uma duvida na verdade, não entendi pq disse que Jack Daniel’s não é um whisky, poderia explicar?
Obrigada
Abraços
É porque, para alguns puristas, várias das bebidas feitas nos USA não são considerados whiskies. Entram classificados como Bourbon, Tenesse, etc. O Jack ainda traz a palavra no rótulo, mas chamado de “Tenesse Whisky”. Frescura!