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Bar Espírito Santo

Adega lusitana Assim como outros funcionários que estão na casa desde sua abertura, em 1998, o sommelier Eduardo Silvestre permaneceu...

Por: Prazeres Da Mesa | 18.jul.2014
Eduardo silvestre;sommelier;restaurante espirito santo

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Adega lusitana

Assim como outros funcionários que estão na casa desde sua abertura, em 1998, o sommelier Eduardo Silvestre permaneceu no bar Espírito Santo mesmo depois da mudança de proprietários, quando assumiram a casa Renato Costa e o pai, o português Adriano Costa. Isso foi há quatro anos. Formado pela Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo, Eduardo comanda a adega dessa tasca em pleno bairro do Itaim. Sete importadoras (Qualimpor, Zahil, Mistral, Interfood, Barrinhas, Casa Flora e Adega Alentejana) respondem pelo fornecimento dos 170 rótulos, na maioria lusitanos. Para não haver o risco de que algum rótulo falte, ali são mantidas 1.200 garrafas. Mesmo com a grande oferta, dá para levar vinhos que não estão na carta, e então é cobrada uma taxa de rolha de 20 reais por garrafa. Abaixo, as dicas do sommelier. Por Horst Kissmann

Esporão Reserva Tinto 2010, Alentejo, Portugal
Pedida certa, esse corte de Aragonês, Trincadeira, Cabernet Sauvignon e Alicante Bouschet resulta em um vinho bem estruturado, difícil de não agradar à maioria dos consumidores. Elaborado pelos enólogos David Baverstock e Luís Patrão, acompanha o bacalhau à lagareira, o arroz de pato ou o bife do Espírito Santo. Qualimpor, R$ 129

Vinha Grande Tinto 2009, Douro, Portugal
Esse tinto do Douro de cor rubi é bem aromático. Destacam-se as notas de violeta, frutas vermelhas maduras, além de nuances balsâmicas e de especiarias. Na boca, é equilibrado, com taninos firmes e boa estrutura. Bom par com o bacalhau do Porto (lombo do peixe assado com azeite, alho e alecrim) ou a costeleta de cordeiro. Zahil, R$ 148

Crasto Douro Tinto 2011, Douro, Portugal
Produzido pela Quinta do Crasto, esse tinto, com notas aromáticas de frutas silvestres, é fresco e tem estrutura suficiente para acompanhar o arroz de pato ou, para quem não tem preconceito, o polvo à lagareira. Qualimpor, R$ 79

Carmen Carménère 2011, Central Valley, Chile
Com estrutura para harmonizar com um picadinho ou um mexido de bacalhau, a Carménère chegou a ser reconhecida como a tinta mais representativa do país. Um vinho potente e ainda jovem, com taninos bem equilibrados. Mistral, R$ 81

Muralhas de Monção 2011, Monção e Melgaço, Portugal
Nesse Vinho Verde predomina a Alvarinho, em corte com a Trajadura. É produzido pela Adega Cooperativa de Monção. No nariz, são notados aromas de frutas claras, como pêssego e cítricas. Com média acidez e muito frescor, vai bem com o bacalhau à lagareira. Barrinhas, R$ 83

Altos las Hormigas Tinto 2011, Mendoza, Argentina
Com produção anual de cerca de 700.000 garrafas, a vinícola, especializada em produção com a Malbec, vinifica separadamente as castas antes da mistura final. O sommelier recomenda para acompanhar o arroz de lis (que leva polvo, camarão, brócolis, tomate e cenoura). Mistral, R$ 89

Cortes de Cima Tinto 2010, Alentejo, Portugal
Nessa moderna vinícola alentejana, localizada a 8 quilômetros da Vidigueira, é produzido um bom Touriga Nacional. Ele tem estrutura suficiente para ser servido na companhia da bacalhoada à portuguesa ou do bacalhau com broa. Adega Alentejana, R$ 89

Angelica Zapata Malbec 2008, Mendoza, Argentina
Presença garantida nos restaurantes que têm algum tipo de carne no cardápio, esse Malbec argentino está amaciado pelo tempo de guarda. Ele aguenta bem o bife do Espírito Santo (baby beef, farofa, cebola assada e batatas rústicas) ou a costeleta de cordeiro com feijão- branco. Mistral, R$ 213

localização

Rua Horácio Lafer, 634, Itaim
São Paulo, SP

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