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A comida no futuro

Robótica no supermercado do futuro

A feira conta com um espaço de compras e “futurologia”, o #FFD (Future Food District), que apresenta novas soluções para o varejo. O projeto é assinado por Carlo Ratti, Diretor do SENSEable City Lab do MIT (Massachusetts Institute of Technology), com participação da ABB TEC em parceria com a Coop, uma grande rede de cooperados de toda a Itália. Entre as tecnologias de ponta estão demonstradas gôndolas com informação dinâmica, embalagens e alimentos inteligentes, robôs atendentes (foto), dados controlados e apurados em tempo real, além da possibilidade de conexão entre clientes de uma mesma loja, por meio de uma rede social própria do ponto de venda.

Slow Food: o inicio, o fim e o meio!

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Dentro da temática da Expo Milano 2015, “Feeding the planet, fell the energy”, os conceitos do “bom, limpo e justo”, alavancados pelo movimento do Slow Food, não poderiam faltar. O pavilhão foi construído como uma casa de campo ao estilo da Lombardia. O visitante tem a oportunidade de experimentar os sentidos, em caixas surpresa interativas, degustações, jardim orgânico, vídeo, literatura etc. Este é um grande momento do Slow Food, fundado em 1989, por Carlo Petrini, em BRA, na Itália. Afinal, é a solução a questão sobre como alimentar o mundo até 2050 de forma inteiramente sustentável é a sua razão de ser. Será que agora, por pura necessidade vai?

 

Pavilhão USA: como nos parques americanos!

O pavilhão dos Estados Unidos mais parecia a Flórida. Muita música, coisinhas para vender, lounges e apenas uma horta vertical giratória lembrava o tema a que veio. Para complementar ao pavilhão, foi montado o foodtruck world, mas de forma institucional, com todos os caminhões iguais, em cinza e azul, perdeu a graça. Os foodtrucks estão diretamente ligados ao movimento DIY – Do It Yourself, surgido nos anos 80, na Califórnia, como maneira de se auto-expressar por meio da gastronomia, quebrando tradições. É a personalidade e a causa que fazem de cada foodtruck um espaço único. Enfim, não se pode negar a potência americana na alimentação mundial, e sua influência como fast food nation.

 

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